O Mistério da Estrada de Sintra

O Mist rio da Estrada de Sintra Nesta Obra que pode considerar se o primeiro romance policial portugu s E a de Queir s com a colabora o de Ramalho Ortig o faz alternar o mist rio o crime o adult rio e a cr tica de costumes nu

  • Title: O Mistério da Estrada de Sintra
  • Author: Eça de Queirós
  • ISBN: 9789722523097
  • Page: 143
  • Format: Paperback
  • Nesta Obra, que pode considerar se o primeiro romance policial portugu s, E a de Queir s, com a colabora o de Ramalho Ortig o, faz alternar o mist rio, o crime, o adult rio e a cr tica de costumes, numa sucess o de lances folhetinescos que prendem a aten o at ao fim.

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      143 Eça de Queirós
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      Posted by:Eça de Queirós
      Published :2018-07-20T07:54:36+00:00

    One thought on “O Mistério da Estrada de Sintra”

    1. Romance de juventude de Eça de Queirós, escrito em colaboração com Ramalho Ortigão (cheira-me que posteriormente ambos autores discutiram e deixaram de colaborar, além do facto de que Eça viveu posteriormente no estrangeiro até ao fim dos seus dias).Trata-se de uma leitura bem entretida, nem que não chegue às alturas literárias que Eça atingiu posteriormente. O autor, que já tinha trabalhado como jornalista e publicado assim algumas crónicas e relatos breves, mostra-se-nos no seu p [...]

    2. Eça de Queirós youth work written in collaboration with Ramalho Ortigão, The Mystery of Sintra Road was delivered by fragments to Portuguese newspaper Diário de Notícias by July 23 to September 27, 1870.Sort of hoax intended to mystify readers of the major newspaper in Lisbon at the time, it looks like a soap opera related authentic facts. Two men are led, blindfolded, to the bedside of a corpse by masked assailants; to solve this mysterious case, the protagonists themselves, each investiga [...]

    3. Portugal’s first detective novel and my first foray into Portuguese popular literature. The story itself falls more along the lines of nineteenth century melodrama, adventure, and romance genre conventions rather than what we today would consider the hallmarks of mystery and detective fiction; the narrative is a hodgepodge of plot points strung together in a marginally coherent way, but it’s rather fun in its florid emotional sweep and maintains a jaunty pace throughout. Rather than the stor [...]

    4. I had so much fun with this book and I didn't want it to end. It is likely the first ever Portuguese crime novel, appearing first, like so many novels of the time, in installments in a Lisbon newspaper. However, unlike so many feuilleton-style serializations, it appeared daily, and to make it more appealing, the authors had made a deal with the paper's editor/founder to make it appear as though it might be a real, ongoing story. Evidently, people believed it, and the joke was on the readers. It [...]

    5. A estrutura deste livro escrito por Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, considerado o primeiro romance policial português, está muito bem concebida, pois parte de um crime já consumado e, a partir daí, é que a história vai sendo narrada por personagens com distintos papéis na "trama", o que causa curiosidade ao leitor, dado que os factos vão sendo descritos do fim para o início do enredo em termos cronológicos.Outra característica inovadora da obra, trata-se de a mesma ter sido escri [...]

    6. Em Julho de 1870, a secção do folhetim do jornal Diário de Notícias começa a publicar uma série de cartas assinadas por pessoas que pedem que as suas identidades sejam ocultadas por razões de privacidade das pessoas mencionadas. Quem conta as primeiras informações é um médico que, seguindo de Sintra para Lisboa a cavalo, é inteceptado com um amigo por um grupo de mascarados que se encontravam junto ao uma carruagem. Os mascarados pedem aos dois que entrem na carruagem e levam-nos at [...]

    7. O primeiro livro deste género em Portugal - mistério e suspense, data de 1871. Surge da ideia de Eça e Ramalho de "abanarem" a cidade de Lisboa com um dos Mistérios mais incríveis de sempre. A população acreditou quando leu a primeira carta do Doutor*** no Diário de Notícias, muitos ficaram receosos de andar pelas estradas de Sintra durante dois meses Lisboa viveu na ânsia de saber mais sobre este mistério que se inicia com um morto deitado num sofá de uma casa desconhecida.A histór [...]

    8. Um regresso aos clássicos portugueses, com este "O Mistério da Estrada de Sintra", escrito a duas mãos por Eça de Queirós e Ramalho Ortigão. Este tem sido, ao longo dos anos, um daqueles livros que de vez em quando me vinha à cabeça como que a relembrar-me de que gostaria de o ler. Foi desta que me veio parar às mãos."O Mistério da Estrada de Sintra" é uma história típica da época, embora esteja longe de ser apenas uma história típica e previsível. É típica por ser uma histor [...]

    9. É referido como sendo o primeiro policial da literatura portuguesa, publicado pela primeira vez em cartas anónimas ao Diário de Notícias entre 24 de Julho e 27 de Setembro de 1870. Em 1884 é editado em livro. O intuito de Eça de Queirós e do seu parceiro de escrita Ramalho Ortigão foi "assustar Lisboa" com uma história de assassinato.Foi escrito sob a forma de cartas anónimas e como as lemos foi como foram publicadas no Diário de Notícias, à medida que iam sendo recebidas pelo edito [...]

    10. Eu gosto de Eça de Queirós, e este livro está muito bem construido. A sucessão de cartas que vai desvendando o crime que sabemos que foi cometido logo no inicio do livro vai mantendo o interesse na história, para sabermos finalmente o que se passa ali.No entanto, a partir de certa altura, a historia descamba num folhetim romanesco que a mim pessoalmente não me apela. Mesmo vendo as coisas com o prisma da época, essa coisinha da mulher que morre/mata de amor, que vive uma existencia de ted [...]

    11. You may read in English below.PortuguêsAntes de mais gostava de agradecer ao Projeto Adamastor (e a todas as pessoas que fazem parte dele) por estar a converter, com grande qualidade, livros portugueses, para o formato eletrónico ePub. Este foi o primeiro que li, e li-o por esse motivo: por estar disponível e ser gratuito, e por ter uma excelente apresentação, desde a capa à formatação interna. Muito melhor do que a versão existente no Projeto Gutenberg, deste mesmo livro. Tinha expecta [...]

    12. Eça de Queiróz is one of the most notable portuguese writers, if not the most popular novelist. Up until now, I had only read Os Maias, which is required at most high schools, and everybody will tell you what a pain it is to read Os Maias. Those people obviously have no concept of pain. Real pain is Viagens na Minha Terra, and I like Almeida Garrett, so there. The thing is, his writing is incredibly descriptive and sometimes one does feel as if there hasn't been any story for the last 20 pages [...]

    13. Eça de Queirós não é de facto apenas o Eça de Os Maias, O Crime do Padre Amaro, ou O Primo Basílio. E, depois de ter lido O Defunto e A Ilustre Casa de Ramires, torno a afirmar: que bom haver Eça por descobrir! Quanto mais dele se lê, mais se constata quão completo ele era, experimentando novos formatos e narrativas. Foi pena ter falecido novo (na idade de cinquenta e quatro), quantas maravilhas literárias teria ainda produzido, se tivesse vivido mais uns vinte anos!Este projeto, O Mis [...]

    14. Este é considerado o primeiro policial português, idealizado pelas mentes excêntricas de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão. Foi primariamente publicado nos folhetins do Diário de Notícias em 1870, escrito em forma de cartas anónimas “pela mão” de vários intervenientes da narrativa, e que em muito agitou a sociedade lisboeta que acreditou na veracidade dos relatos aí divulgados.Assassínio, rapto, mentira e sentimentos tão humanos como o amor, a ciúme e o arrependimento, encontra [...]

    15. A estrutura pouco convencional deste livro, composto por cartas de diferentes pessoas que se disputam e contradizem, era bastante comum nos tempos antes do romance se estabelecer como um dos veículos principais da literatura; de facto, como nota Nitsuh Abebe, em exemplos como "Frankenstein" a estrutura torna-se tão complexa que acabamos a ler artigos baseados em relatórios obtidos através de cartas etc. etc. down the rabbit hole, tudo em prol da credibilidade. Mas mesmo assim, para o leitor [...]

    16. Horrible, [SPOILER] this is just another classic romantic tragedy [END OF SPOILER].In Portugal we often hear talking about "Sintra's roadway mystery", an urban legend associated with a ghost (or sort) that appears in that place. The reason why I wanted to read this book was because I thought this was the origin of that legend, but it turned out as not being related at allad.: Horrível, [SPOILER] isto é apenas mais uma tragédia romântica clássica [FIM DE SPOILER]. Em Portugal ouvimos falar m [...]

    17. Um bom romance ao estilo do século XIX, mais um bom trabalho de Eça de Queirós. Simples e rápido de ler, com um início bastante entusiasmante. A parte final é menos emocionante, ainda assim sem perder o interesse. A sociedade por esta altura parece que considera pior um adultério do que um assassínio. Mais uma vez se comprova que as mulheres, quando apaixonadas são mais aventureiras do que os homens, principalmente as mulheres casadas. O estilo de escrever agrada-me imenso. Máximo 4 em [...]

    18. Tiene cosas simpáticas, especialmente la anécdota de que salió en un periódico como si se tratara de una historia real. O será también eso, de que salió así, un invento? En todo caso parece la versión decimonónica de esa novela de HG Wells que Orson Welles llevó a la radio, haciendo a la gente pensar que se trataba de algo real, y de que la tierra estaba siendo invadida por extraterrestres. Bueno, en este caso, se trata de un asesinato, contado a varias voces, en forma de cartas a un [...]

    19. It begins very unsettlingly, just like you would expect from a Policial Book. But from the middle onforward it starts slacking around and presenting a romance so far from the main plot that it seemsyou going to the moon and back just so everything makes sense. Being an early book from these two authors it shows a little of the social critic they would later be known for, but for the time it was made is really a small critique in social norms of love and romance.

    20. És una Anna Karenina o Madame Bovari de gènere i línea temporal invertides. És a dir, el mort és ell, i aquesta esdevé al primer capítol, per, en to detectivesc i epistolarment, descriure el camí pel qual se n'arribat. La història moral de dissolució del personatge femení (Anna, Emma o Luisa) contraveniment de les regles socials és la mateixa. Ens estalvia a més totes les llargues parts que la novel de Tolstoi dedica a la reforma agrària rusa.

    21. Um dos melhores livros da literatura queirosiana. Relato empolgante de um mistério policial, por muitos considerado como o primeiro romance policial português.Livro que nos prende à leitura de início ao fim.

    22. “Não, isto não deve ser: o amor não é uma creação literária, é um facto da natureza; como tal produz direitos, origina deveres. E os direitos do amor não os abdico.” pág. 163Um médico e seu amigo F. (o livro está repleto de inicias sob o desígnio de esconder a personalidade a que se referem, ou não teríamos no titulo do livro mistério) são raptados numa estrada de Sintra, e levados, encapuçados, a uma casa para verificarem (neste caso o doutor dar a sua opinião) sobre um s [...]

    23. Escrito no mesmo tom genial que acompanha todos os livros de Eça de Queirós que já li até hoje, penso que esta narrativa nos traz um outro tipo de génio. A linguagem familiar e fenomenal está lá, as personagens caricatas e as críticas também (e até ligeiramente o protótipo de mulher ideal e mulher fraca que está tão bem retratado no livro Os Maias), mas este romance trouxe algo de novo. Não sei se será somente do talento de Ramalho Ortigão ou pelo facto de este livro ser um polic [...]

    24. “O Mistério da Estrada de Sintra” é considerado o primeiro policial português, tendo sido escrito por Eça de Queirós e Ramalho de Ortigão.O livro apresenta-se em cartas, de diferentes pessoas que relatam os acontecimentos que vivenciaram ao envolverem-se no misterioso crime, ao redactor do Diário de Notícias, e se vão contradizendo entre si.Foi uma leitura muito agradável, em que ao longo das cartas, tentamos ir juntando todos os pormenores, eliminando as incongruências, para tent [...]

    25. The concept of the book is great: written as a series of letters by characters in a dramatic murder mystery that slowly unfolds as each character tells his perspective of the story. Some parts of the book made me laugh out loud, in an exaggerated satire of the romantic era novel (though as both authors were very young, I suspect they meant some of those seriously). It was a thoroughly entertaining summer read, though I think left little more mark than that.

    26. O livro está bastante bom! :)Gostei de o ler, principalmente por estar escrito num português que já não se usa e porque a acção é passada entre Lisboa e Sintra (e eu vivo em Lisboa :P).Houveram partes da história em que fiquei mesmo presa ao livro, mas houveram outras que se arrastaram um bocado, com demasiados pormenores.Também há partes (nomeadamente a carta do mascarado) que narram coisas que fazem parte da história e que são importantes para o enredo, mas que não é credível qu [...]

    27. suspense, romântico, misterioso, louco, estes e muitos mais adjectivos podem ser dados ao único "criminal" português escrito por dois dos grandes escritores do século XIX ramalho Ortigão e Eça de Queirós!o crime é breve sim, não é um criminal pesado, mas que se for analisado a pormenor conseguimos retirar mais informação do que aquela que está patente.e é importante, para aquelas pessoas que não se lembram, o uso das palavras inglesas que são abundantes neste texto derivam da heg [...]

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